Curiosidades
| 1 |
Você sabe o que significa o nome Corumbá?Clique aqui e viaje por esta história ... A palavra “Corumbá” que da nome à Cidade e também ao Rio que corta a mesma, vem da língua tupi que significa em português, conforme a tradição oral local, SEIXO ROLADO (sem arestas, porque arredondado pelo desgaste, e que se encontra à beira-mar e em margens e leitos de rios caudalosos; pedra rolada, brugalhau), CASCALHO REDONDO, CÁGADO, BATEIA OU RIO PEDREGOSO. O dicionário Aurélio trás outra definição: Corumbá - 1.Bras. Lugar distante. Tb. us. no pl.] ~ V. corumbás. A nascente do Corumbá, junto aos Pireneus, é a mais alta cabeceira da bacia platina. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 2 |
Você Sabia que Alinha imaginária do Tratado de Tordesilhas que de 1498 a 1750 serviu de divisor e demarcador das terras pertencentes à Espanha e Portugal passava em território do município de Corumbá?!!!Clique aqui e viaje por esta história ... A Serra dos Pireneus, cujo pico mais elevado mede 1.385 m. do nível do mar esta ao norte de onde fora fundada a Cidade de Corumbá. Sobre esta serra, que serve de espigão divisor das águas da bacia do Rio da Prata das da Bacia do Araguaia-Tocantins, passava a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas que de 1498 a 1750 serviu de limite territorial entre os domínios coloniais dos portugueses e espanhóis no continente americano. E, enquanto o povoado de Corumbá foi fundado em terras de Portugal por uma bandeira dominada por paulistas em sua maioria de origem espanhola, o arraial de Meia Ponte foi erguido em terras da Espanha por uma bandeira liderada por portugueses. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 3 |
Você sabia que Corumbá foi um dos distritos auríferos mais produtivos de Goiás?!!!Clique aqui e viaje por esta história ... Os vestígios destas antigas minerações que subsistem até hoje mostram que predominou em Corumbá a mineração de cascalho, nas suas modalidades mais simples que era a de veio de rio e a mais complexa que era a de tabuleiro ou gupiara; tendo provavelmente existido apenas um caso de mineração de morro, ocorrido na Vendinha. O trabalho nestas minas de ouro foi feito por mão-de-obra escrava. Nos livros paroquiais existem muitos registros de batizados e óbitos de escravos em idade adulta e infantil o que reforça os O sumiço da documentação da época nos impede de saber a quantidade de ouro produzida nos seus garimpos. Porém, levando em conta as grandes dimensões dos vestígios destes numerosos empreendimentos auríferos, a freqüente aquisição e nascimento de novos cativos que nos mostram os registros eclesiásticos, e os ecos do êxito econômico de muitos dos seus empresários relatados pela tradição oral, é possível dizer que CORUMBÁ DEVE TER SIDO UM DOS DISTRITOS AURÍFEROS MAIS PRODUTIVOS GOIÁS, sendo que a produção media anual de ouro nesta capitania era, segundo Luís Palacin, de aproximadamente três mil quilos. E vale notar que, conforme Pedro Calmon, as riquíssimas igrejas barrocas baianas foram adornadas com o ouro goiano. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 4 |
Você sabia que existiu uma lista das Maravilhas de Goiás e que Corumbá fora citado na mesma, como tendo as melhores folias de todo o Estado?!!!Clique aqui e viaje por esta história ... A tradição oral afirma que havia sete maravilhas em Goiás colonial que eram os sinos de Pilar, a cadeia de Traíras, o feitiço de Crixás, os altares das igrejas de São José do Tocantins, as torres das igrejas de Santa Luzia, as óperas de Meia Ponte e as folias de Corumbá. Estas folias, bem como os demais componentes da Festa do Divino, Santo Elesbão e Santa Efigênia de Corumbá de Goiás foram descritos nas obras literárias de vários escritores desta cidade tais como Erico Curado, Bernardo Élis, Benedito Rocha, José J Veiga, Sílvio Fleury, Henriqueta Curado, Maria Leal Lúcio e Ramir Curado. A Festa do Divino de Corumbá, com seus componentes afros, foi visita e satirizada em 1799 pelos versos de Bartolomeu Cordovil, primeiro poeta que viveu em Goiás. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 5 |
Você sabia que a principal Cachoeira do Salto Corumbá já fora desviada para fins de mineração?!!!Clique aqui e viaje por esta história ... A cachoeira do Salto Corumbá fica a 12 Km ao norte de Corumbá, situa-se a terceira maior cachoeira do Estado. É o Salto Corumbá, onde as águas se precipitam a uma altura de oitenta metros sobre um profundo poço. Segundo a tradição oral, esta queda d’água foi desviada para um córrego próximo pelos cativos dos portugueses da família Mafra que ali mineraram e enriqueceram antes de voltarem para sua terra natal. E só na década de 1980 o Corumbá voltou a formar a antiga cascata, sendo hoje um importante atrativo turístico. No camping Salto Corumbá existe outra cachoeira menor junto da qual situa-se um canal feito no século XVIII que percorre vários quilômetros até chegar perto da vertente do córrego Borá no rio Corumbá, onde existem grandes vestígios da mineração, tais como um alto muro de pedra e o tanque onde era lavado o cascalho aurífero. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 6 |
Você sabia que Corumbá aparece entre os anos de 1808-1889 e Durante a primeira República (1889-1930), como um dos maiores exportadores de Goiás?!!! Este fato é confirmado em Estudo Publicado em 1812 por Silva e Souza que a retrata como o único arraial da capitania de Goiás no qual havia uma produção agropastoril e artesanal voltada para exportação naquele ano!!!Clique aqui e viaje por esta história ... Em estudo publicado em 1812 por Silva e Souza, Corumbá aparece como o único arraial da capitania de Goiás no qual havia uma produção agropastoril e artesanal voltada para exportação, pois havia nos arredores desse povoado muitos lavradores que abasteciam o território goiano com toucinho e panos de algodão e tabaco. Este último gênero agrícola corumbaense, conforme escreveu em 1818 o naturalista francês Auguste de Saint-Hilare, era muito procurado devido a sua ótima qualidade. Em 1858 havia em Corumbá duzentas e oitenta e três propriedades rurais que exportavam açúcar, farinha-de-trigo, fumo, café e toucinho, principalmente para a capital goiana sendo que, no final do período imperial, o café corumbaense alcançou o mercado de Cuiabá (MT). Já o gado de Corumbá era vendido para os mercados de Minas Gerais e São Paulo, sendo levado até estas províncias pelos boiadeiros locais. Vinte anos depois, em 1878, os corumbaenses já exportavam, trezentos e sessenta mil kg de açúcar, duzentos mil kg de café e mil e duzentas cabeças de gado por ano. No final do período imperial havia também uma significativa produção de mandioca, tanto que o negociante André Gáudie montou uma fábrica de farinha-de-mandioca na vila. As plantações de algodão e a fabricação de tecidos com este gênero agrícola pelos corumbaenses, foram economicamente significativa durante todo o período imperial. Um levantamento feito em 1873 registrou a existência de um mil e noventa tecelãs na freguesia de Corumbá. Elas eram, geralmente, mulheres pobres tais como Laudimira Francisca de Paula, moça parda, que ao se casar a 23 de fevereiro de 1868 com o lavrador Antônio Benedito da Penha, declarou que vivia de fiar algodão. Nessa época, Herculano Fleury, organizou uma pequena fábrica de pano de algodão utilizando o trabalho das tecelãs da vila, sendo o tecido nela produzido vendido em sua loja na Rua Direita. Os artesãos locais exportavam também grande quantidade de cobertores de lã, coxonilhos para montaria, redes e chapéus que fabricavam em suas moradias. A produção agropecuária e artesanal corumbaense era comercializada nas próprias fazendas e também nos estabelecimentos comerciais do povoado, que ao longo do período imperial foi se tornando um importante entreposto comercial. Durante a primeira República (1889-1930), houve um forte crescimento da produção agrícola de Corumbá. Os cafezais deste município, que no primeiro decênio do século XX produziam dez mil arrobas de grãos por ano, na década de 1920 já forneciam quarenta mil arrobas anuais. Corumbá tornou-se o maior produtor de café do Estado, sendo seu café, em grande parte, exportado para a Europa, via porto de Santos. O açúcar, que vinha logo após o café na lista dos principais produtos corumbaenses destinados ao mercado, alcançou igualmente na década de 1920 sua maior produção local, que atingiu nesta época vinte toneladas anuais. No que se refere à pecuária, a exportação de gado em pé era de dois mil bois anualmente na década de 1900. Nessa época Corumbá continuou a ser o grande entreposto comercial entre o norte goiano (hoje pertencente em parte ao Estado do Tocantins) e a região sul do Brasil. Era raro o dia em que não chegava pelo menos uma tropa nos vários ranchos dos principais negociantes da cidade, com muitas mercadorias do norte para vender. E quase todo o dia saía de Corumbá pelo menos uma tropa nortista carregada com os artigos locais e com os importados de Minas, S. Paulo, Rio de Janeiro e da Europa pelos negociantes daqui. É fato histórico a Fazenda Bagagem de Cesar Dunstan Fleury situada neste município foi, durante a primeira República, a maior produtora e exportadora de café do Planalto Goiano. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 7 |
Você sabia de Corumbá foi a 1ª cidade do Estado de Goiás a ter água encanada?!!!Clique aqui e viaje por esta história ... Corumbá foi a primeira cidade goiana a ter água encanada em suas ruas. O túnel do rego d’água da serra dos Leites, situa-se hoje Praça Padre Adriano. A ponte de madeira sobre o rio Corumbá liga hoje o centro da cidade ao Bairro Alto Corumbá. Estas obras foram planejadas pelo engenheiro militar corumbaense General João José de Campos Curado Neto, que fez parte na década de 1890, da comissão federal que escolheu o local onde, na década de 1950, foi erguida a cidade de Brasília. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 8 |
Você sabia que do município de Corumbá nasceram outros cidades como Abadiânia, Alexânia e Cocalzinho de Goiás?!!!Clique aqui e viaje por esta história ... A resolução provincial nº 336, de 31 de julho de 1861, confirmou os limites municipais fixados por ocasião da emancipação política de Corumbá do seguinte modo. Do município de Corumbá de Goiás, surgiram três novas cidades goianas: Abadiânia, Alexânia e Cocalzinho de Goiás. A 1º que se separou foi Abadiânia em 1953. 5 anos (1958) depois, emancipou-se o distrito de Santo Antônio Do Olho D’água, que depois teve o nome e sede mudados para Alexânia. Por ultimo, perdemos o distrito de Cocalzinho, emancipado à 3 de julho de 1990. Estas três novas cidades reduziram o município de 5.400 Km2, para 1.066 Km2, ou seja, em 80%. Perdemos com elas muitas terras boas para agricultura, plantações, um grande rebanho bovino, prédios históricos de fazendas, a fábrica de cimento do Grupo Votorantin e belezas naturais como a Serra dos Pirineus e a Caverna dos Ecos, onde existe o maior lago subterrâneo do Brasil. Povoado de Posse, que 1953 emancipou-se do município de Corumbá com o nome de Abadiânia. Na foto tirada por Ilda Curado na década de 40, aparece a capela de N.S. da Abadia demolida poucos anos depois.Construída entre 1881 e 1883, ela foi o primeiro templo católico da nossa Zona Rural. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 9 |
Você Sabia que a Rodovia Federal BR-414 que ao passar dentro da cidade de Corumbá recebe o nome de Av. Engenheiro Roberto Muller, foi a 1ª Rodovia Federal de Goiás?!!!Clique aqui e viaje por esta história ... A BR 414 foi a primeira Rodovia Federal Goiana. Ao passar dentro da cidade de Corumbá recebe o nome de Av. Engenheiro Roberto Muller em homenagem ao engenheiro responsável pelo trecho que cortara a cidade. Iniciada em Anápolis, atingiu Corumbá em 1944. Porem suas obras foram paralisadas junto ao Salto. A sua continuação até Niquelândia foi obtida através de um pedido feito pessoalmente pelo por Hercílio Fleury ao presidente da Republica General Dutra em 1946. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |
| 10 |
Você sabia que a Empresa CIA. DE CIMENTO VOTORANTIN instalou no município de Corumbá a 1ª Fábrica de Cimento de Goiás?!!!Clique aqui e viaje por esta história ... Entre 1958 e 1961 a CIA. DE CIMENTO VOTORANTIN instalou no município a 1º fábrica de cimento goiana. Ela surgiu por causa do aumento da procura de cimento devido a construção de Brasília, a nova capital do Brasil. Depois da emancipação perdemos o distrito de Cocalzinho, emancipado à 3 de julho de 1990. Pesquisa do Historiador
Ramir Curado |


